Exposição
“Palimpsexto”
Seis obras criadas com diferentes suportes artísticos, como fotografia, desenho, pintura, instalação e arte digital
A mostra “Palimpsexto” reúne trabalhos de seis artistas mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina. André Rigatti (PR), Andréa Bertoletti (PR), Audrey Hojda (SP), Gleyce Cruz (PR), Lilian Barbon (SC) e Silvia Teske (SC) integram a mostra, que segue até o dia 17 de novembro.
A exposição
Conforme os organizadores da mostra, o que une os artistas é o mesmo desejo de materializar o pensamento imaginativo proveniente das lembranças, sensibilidades e percepções que proliferam incessantemente através de imagens e formas. De acordo com a professora Doutora do PPGAV, Rosângela Cherem, Palimpsestos (com a letra s) é um tipo de registro sobre pergaminho, sempre sujeito a rasura e reaproveitamento, apagamento e reutilização, sobreposição e alteração. “Não é o suporte, mas uma espécie de aproveitamento que se faz do mesmo, embora acabe por transformar o próprio material”, esclarece. Cherem destaca que o procedimento é bastante apropriado à produção do grupo que está sempre sujeita a novas combinações, usos, apropriações e destinos.
Conheça um pouco mais as obras de cada artista
- André Rigatti utiliza da pintura para propor conexões entre camadas, tornando visível o processo anterior que demarcava territórios superfície por sobre onde eram plasmados atos, sentidos e experiências;
- Andréa Bertoletti, fez com que através da projeção de um vídeo composto de imagens de texturas em movimento captadas do chão sobre um painel de sapatos, suscitam lugares percorridos e estimula múltiplos sentidos;
- Depois surge a “Série para TV: Desenhos de Contenção”, trabalho apresentado pela artista Gleyce Cruz, que impõe ao espectador uma relação de contenção: tempo-espaço proposto pela fruição de cada desenho.
- A obra “Não tem começo, não tem fim” de Audrey Hojda, traz uma série de seis desenhos de dimensões variadas e um texto escrito, com desenhos de cadeiras, sofás e poltronas de diferentes épocas.
- Trabalhando autor-retrato fotográfico, Lilian Barbon utiliza-se de uma dupla-exposição, aparecendo um eu que salta da superfície, que escapa pelas fendas, por entre os dedos.
- É também através de sobreposições que a obra “TRANSPOSIÇÕES – Narrativas Circunstanciais” de Silvia Teske investiga as diversas relações da imagem e da palavra.
Serviço
O que? Exposição “Palimpsexto”
Onde? Casa da Cultura Dide Brandão
Quando? Segue até o dia 17 de novembro
FOTO: DIVULGAÇÃO/DDC
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Itajaí-mirim
Parceria ajuda a recuperar mata ciliar
Rio Itajaí-mirim teve sua margem danificada com a enchente de setembro e agora está sendo recuperada, novamente
Itajaí – Uma parceria entre o Viveiro Fazenda Nativa, o Semasa e acadêmicos do curso de Engenharia Ambiental da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) está ajudando na preservação das margens do leito do rio Itajaí-mirim. O local, que já havia sido recuperado no ano passado, foi um dos mais atingidos pela enchente de setembro último e teve a mata ciliar devastada pela correnteza da água. Para recuperar o local e proporcional a preservação do leito, somente o plantio de novas árvores na sua margem, atividade que iniciou no último sábado quando colaboradores do Viveiro, do Semasa e acadêmicos voluntários estiveram reunidos para um dia de plantio. A ação durou todo o dia e levou cerca de 70 pessoas até a “Comunidade Japonesa”, próximo a barragem do Semasa, localidade onde as árvores estão sendo plantadas.
Munidos de enxadas, pás, cavadeiras e boa vontade, eles plantaram cerca de 100 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, todas cultivadas no Viveiro Fazenda Nativa e que têm função específica de manter a preservação de áreas de preservação permanente. Segundo um dos organizadores, Thiago Braggamini, o movimento serve como incentivo. “Queremos despertar a consciência das pessoas para o cultivo de plantas e a não destruição das mesmas”, comenta.
MATA CILIAR
Mata ciliar é a formação vegetal localizada nas margens dos nos, córregos, lagos, represas e nascentes. Considerada pelo Código Florestal Federal como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.
PREJUÍZO
A ausência da mata ciliar faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos. A mata ciliar também é uma proteção natural contra o assoreamento, que é o caso do leito do rio Itajaí-mirim. Sem ela, a erosão das margens leva terra para dentro do rio, tornando-o barrento e dificultando a entrada da luz solar, o que prejudica a captação de água para tratamento.
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
Legenda: VOLUNTÁRIOS Cerca de 100 pessoas participaram do plantio de árvores
Parceria ajuda a recuperar mata ciliar
Rio Itajaí-mirim teve sua margem danificada com a enchente de setembro e agora está sendo recuperada, novamente
Itajaí – Uma parceria entre o Viveiro Fazenda Nativa, o Semasa e acadêmicos do curso de Engenharia Ambiental da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) está ajudando na preservação das margens do leito do rio Itajaí-mirim. O local, que já havia sido recuperado no ano passado, foi um dos mais atingidos pela enchente de setembro último e teve a mata ciliar devastada pela correnteza da água. Para recuperar o local e proporcional a preservação do leito, somente o plantio de novas árvores na sua margem, atividade que iniciou no último sábado quando colaboradores do Viveiro, do Semasa e acadêmicos voluntários estiveram reunidos para um dia de plantio. A ação durou todo o dia e levou cerca de 70 pessoas até a “Comunidade Japonesa”, próximo a barragem do Semasa, localidade onde as árvores estão sendo plantadas.
Munidos de enxadas, pás, cavadeiras e boa vontade, eles plantaram cerca de 100 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, todas cultivadas no Viveiro Fazenda Nativa e que têm função específica de manter a preservação de áreas de preservação permanente. Segundo um dos organizadores, Thiago Braggamini, o movimento serve como incentivo. “Queremos despertar a consciência das pessoas para o cultivo de plantas e a não destruição das mesmas”, comenta.
MATA CILIAR
Mata ciliar é a formação vegetal localizada nas margens dos nos, córregos, lagos, represas e nascentes. Considerada pelo Código Florestal Federal como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.
PREJUÍZO
A ausência da mata ciliar faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos. A mata ciliar também é uma proteção natural contra o assoreamento, que é o caso do leito do rio Itajaí-mirim. Sem ela, a erosão das margens leva terra para dentro do rio, tornando-o barrento e dificultando a entrada da luz solar, o que prejudica a captação de água para tratamento.
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
Legenda: VOLUNTÁRIOS Cerca de 100 pessoas participaram do plantio de árvores
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
ANIMAÇÃO Bonecos já se apresentam na Marejada há seis anos
Tradição
Gigantes Papa Siri
Bonecos gigantes já são tradição nas edições da Marejada e divertem o público
Itajaí – Como já é tradição há pelo menos seis anos, os bonecos gigantes que encantam as edições da Marejada são uma iniciativa da Escola de Samba de Itajaí, Michel Currú. Segundo o padrinho da escola, o professor Jean Reinert, o objetivo das apresentações é divulgar e arrecadar dinheiro para a escola de samba. “Na década de 40, descobrimos que esses bonecos apareceram aqui em Itajaí, e ai no ano de 2006, ainda quando éramos apenas um bloco de carnaval, tivemos a ideia de criar os bonecos”, comenta. A apresentação é acompanhada do Bonde do Portuga.
Os bonecos
Segundo Reinert, todos os 12 bonecos que hoje fazem parte da escola de samba inspirados em personagens folclóricos de Itajaí, que são conhecidos em seus bairros, mas não popularmente entre todos da cidade. “Temos aqui uma senhora tradicional que era dona de bar, o próprio Michel Currú que dá nome a escola. Bom, começamos com cinco e agora já temos 12. A cada ano aumentamos esse número, dependendo da verba da escola”, conta. No total são 12 pessoas envolvidas das apresentações e que movimentam os bonecos.
Planos
A cada apresentação nas edições da Marejada, Reinert percebe que as pessoas gostam e participam. São feitas uma ou duas apresentações por dia. Para ele, já virou tradição. “A ideia para o ano que vem é que sejam feitas mais apresentações durante todos os dias de da festa. Já é consagrado e todos gostam e dançam com os bonecos, até as crianças”, conclui.
ANIMAÇÃO Bonecos já se apresentam na Marejada há seis anos
Tradição
Gigantes Papa Siri
Bonecos gigantes já são tradição nas edições da Marejada e divertem o público
Itajaí – Como já é tradição há pelo menos seis anos, os bonecos gigantes que encantam as edições da Marejada são uma iniciativa da Escola de Samba de Itajaí, Michel Currú. Segundo o padrinho da escola, o professor Jean Reinert, o objetivo das apresentações é divulgar e arrecadar dinheiro para a escola de samba. “Na década de 40, descobrimos que esses bonecos apareceram aqui em Itajaí, e ai no ano de 2006, ainda quando éramos apenas um bloco de carnaval, tivemos a ideia de criar os bonecos”, comenta. A apresentação é acompanhada do Bonde do Portuga.
Os bonecos
Segundo Reinert, todos os 12 bonecos que hoje fazem parte da escola de samba inspirados em personagens folclóricos de Itajaí, que são conhecidos em seus bairros, mas não popularmente entre todos da cidade. “Temos aqui uma senhora tradicional que era dona de bar, o próprio Michel Currú que dá nome a escola. Bom, começamos com cinco e agora já temos 12. A cada ano aumentamos esse número, dependendo da verba da escola”, conta. No total são 12 pessoas envolvidas das apresentações e que movimentam os bonecos.
Planos
A cada apresentação nas edições da Marejada, Reinert percebe que as pessoas gostam e participam. São feitas uma ou duas apresentações por dia. Para ele, já virou tradição. “A ideia para o ano que vem é que sejam feitas mais apresentações durante todos os dias de da festa. Já é consagrado e todos gostam e dançam com os bonecos, até as crianças”, conclui.
Reinauguração
Hospital Ruth Cardoso é entregue à comunidade
Inaugurado em 2008 ele estava fechado. Na segunda-feira,a primeira equipe de médicos já começou a atuar e atender a comunidade no bairro dos Municípios
Baln. Camboriú – As 7h da manhã de segunda-feira, dia 10, a primeira equipe de médicos começou a atuar no “novo” hospital de Balneário Camboriu, o Hospital Municipal Ruth Cardoso. Inaugurado em 2008, a unidade de saúde ainda não estava prestando atendimentos. Segundo o secretario de Saúde da cidade, José Roberto Spósito, o passado serviu para mostrar que estamos vivos, depois de todas as batalhas, e com uma vitória muito importante. Hoje, a cidade recebe um hospital de baixa e média complexidade, mas ele garante que, aos poucos, será transformado em uma unidade hospitalar de alta complexidade. “A estrutura está aprovada e o hospital sai da clandestinidade e se transforma em uma verdade, legalmente instituído. A resposta virá de que aqui se fará uma medicina com respeito aos seres humanos”, comenta.
O prefeito Edson Renato Dias, o Piriquito, emocionado, falou que para chegar até aqui foi difícil, e o que será feito e o que vai acontecer daqui pra frente é consequência. “Já estamos satisfeitos com o resultado, e principalmente com o apoio do governo do Estado. Lá atrás, não encontramos apoio, só encontramos farpas. Herdamos este hospital com R$ 20 milhões em dívidas e hoje o entregamos para nossa comunidade”, conclui. O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Orlando Angioletti, definiu a data como um marco que jamais sairá da memória de toda a região. “A partir de hoje, a saúde pública da região se transforma para melhor, é um momento mágico e histórico para Balneário Camboriú”, conta.
Cruz Vermelha
O presidente da Cruz Vermelha, Valmir Moreira Serra Junior esteve na solenidade, e destacou que a entidade que está atuando no Ruth Cardoso é internacional. “Sinto-me na obrigação de dizer ao povo que até chegar a este momento não foi fácil. Foram mais de 15 meses estudando formas para que esta unidade saísse do papel. A Cruz Vermelha, em seus 102 anos de atuação, irá lutar para transformar esse hospital, um padrão para o mundo”, completa.
Estado
Representando o Governador Raimundo Colombo, esteve presente no evento o Secretario Estadual de Saúde, Dalmo Claro de Oliveira. Conforme ele, a saúde em Santa Catarina tem evoluído, e já avançou muito, mas ainda existem desafios crescentes. “Este hospital veio para preencher uma lacuna na saúde de Balneário Camboriú. O Estado vai colaborar e participar com a gestão e os custos desta unidade”, salienta.
1º nascimento
Foi confirmado também, que na manhã de segunda-feira, aconteceu o primeiro nascimento no Hospital Ruth Cardoso. Daniele Morais deu a luz a uma criança, mas ainda não foram informados o horário e o nome do bebê.
Comunidade
Prestigiando a entrega do “novo” Ruth Cardoso, se fez presente um número considerável de munícipes, funcionários públicos e alunos do CAIC Ayrton Senna da Silva, localizado no bairro dos Municípios. Muitos moradores, principalmente do bairro onde está instalado o novo hospital agradecem e comemoram a unidade de saúde. “Acredito que vai ser muito melhor, mais uma opção de escolha na saúde do município. Só no Santa Inês eles não estão dando conta”. Gisele Boaventura Murara, Funcionária Pública. “O Ruth Cardoso é uma conquista para a comunidade. Há muito tempo já se esperava por isso. O Santa Inês que presta serviços para o município já não estava atendendo a demanda. Estamos muito contentes”. Felisa Hernandes, Funcionária Pública. “O hospital é a melhor coisa que vai existir aqui no nosso bairro. Moro aqui há 16 anos e com certeza, vai mudar totalmente, melhorando 100% a saúde do município”. José P. da Silva, Motorista.
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
ABENÇOADO Hospital Ruth Cardoso é reinaugurado e entregue para a comunidade na manhã de ontem
Hospital Ruth Cardoso é entregue à comunidade
Inaugurado em 2008 ele estava fechado. Na segunda-feira,a primeira equipe de médicos já começou a atuar e atender a comunidade no bairro dos Municípios
Baln. Camboriú – As 7h da manhã de segunda-feira, dia 10, a primeira equipe de médicos começou a atuar no “novo” hospital de Balneário Camboriu, o Hospital Municipal Ruth Cardoso. Inaugurado em 2008, a unidade de saúde ainda não estava prestando atendimentos. Segundo o secretario de Saúde da cidade, José Roberto Spósito, o passado serviu para mostrar que estamos vivos, depois de todas as batalhas, e com uma vitória muito importante. Hoje, a cidade recebe um hospital de baixa e média complexidade, mas ele garante que, aos poucos, será transformado em uma unidade hospitalar de alta complexidade. “A estrutura está aprovada e o hospital sai da clandestinidade e se transforma em uma verdade, legalmente instituído. A resposta virá de que aqui se fará uma medicina com respeito aos seres humanos”, comenta.
O prefeito Edson Renato Dias, o Piriquito, emocionado, falou que para chegar até aqui foi difícil, e o que será feito e o que vai acontecer daqui pra frente é consequência. “Já estamos satisfeitos com o resultado, e principalmente com o apoio do governo do Estado. Lá atrás, não encontramos apoio, só encontramos farpas. Herdamos este hospital com R$ 20 milhões em dívidas e hoje o entregamos para nossa comunidade”, conclui. O presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Orlando Angioletti, definiu a data como um marco que jamais sairá da memória de toda a região. “A partir de hoje, a saúde pública da região se transforma para melhor, é um momento mágico e histórico para Balneário Camboriú”, conta.
Cruz Vermelha
O presidente da Cruz Vermelha, Valmir Moreira Serra Junior esteve na solenidade, e destacou que a entidade que está atuando no Ruth Cardoso é internacional. “Sinto-me na obrigação de dizer ao povo que até chegar a este momento não foi fácil. Foram mais de 15 meses estudando formas para que esta unidade saísse do papel. A Cruz Vermelha, em seus 102 anos de atuação, irá lutar para transformar esse hospital, um padrão para o mundo”, completa.
Estado
Representando o Governador Raimundo Colombo, esteve presente no evento o Secretario Estadual de Saúde, Dalmo Claro de Oliveira. Conforme ele, a saúde em Santa Catarina tem evoluído, e já avançou muito, mas ainda existem desafios crescentes. “Este hospital veio para preencher uma lacuna na saúde de Balneário Camboriú. O Estado vai colaborar e participar com a gestão e os custos desta unidade”, salienta.
1º nascimento
Foi confirmado também, que na manhã de segunda-feira, aconteceu o primeiro nascimento no Hospital Ruth Cardoso. Daniele Morais deu a luz a uma criança, mas ainda não foram informados o horário e o nome do bebê.
Comunidade
Prestigiando a entrega do “novo” Ruth Cardoso, se fez presente um número considerável de munícipes, funcionários públicos e alunos do CAIC Ayrton Senna da Silva, localizado no bairro dos Municípios. Muitos moradores, principalmente do bairro onde está instalado o novo hospital agradecem e comemoram a unidade de saúde. “Acredito que vai ser muito melhor, mais uma opção de escolha na saúde do município. Só no Santa Inês eles não estão dando conta”. Gisele Boaventura Murara, Funcionária Pública. “O Ruth Cardoso é uma conquista para a comunidade. Há muito tempo já se esperava por isso. O Santa Inês que presta serviços para o município já não estava atendendo a demanda. Estamos muito contentes”. Felisa Hernandes, Funcionária Pública. “O hospital é a melhor coisa que vai existir aqui no nosso bairro. Moro aqui há 16 anos e com certeza, vai mudar totalmente, melhorando 100% a saúde do município”. José P. da Silva, Motorista.
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
ABENÇOADO Hospital Ruth Cardoso é reinaugurado e entregue para a comunidade na manhã de ontem
Dia de Finados
Data é marcada pela saudade
A quarta-feira foi marcada por homenagens e orações de familiares e amigos às pessoas que já se foram
Itajaí – Todo ano no dia 2 de novembro, em grande parte do mundo, é o dia dos mortos, o dia em que milhares de pessoas vão aos cemitérios ou outros locais onde se lembram dos seus entes queridos que se foram. Os cemitérios de Itajaí permaneceram lotados durante todo o dia, quando familiares e amigos reservaram algumas horas para ficar ao lado de quem já se foi, através das lembranças. Muitas flores e velas enfeitaram os túmulos. Na maioria dos cemitérios, tanto os públicos, quanto os particulares houve celebração de cultos e missas durante todo o dia. A movimentação deste ano começou ainda na segunda-feira, e a Coordenadoria de Trânsito (Codetran) de Itajaí montou a Operação Finados e aumentou a fiscalização do trânsito na região. Ontem, para controlar a grande movimentação, foram mobilizados 25 agentes durante o dia em todos os cemitérios.
Homenagens
Para a dona de casa, Otília Lima, a celebração do Dia de Finados é importante, pois aproxima e transforma as pessoas. “Quando chega perto desta data, e até mesmo hoje, as pessoas ficam mais sensibilizadas, mais humanas, e quem não pratica nenhuma religião vem e conversa, e reza, e agradece”, comenta. As irmãs Tereza, Erondina e Sebastiana do Nascimento foram visitar os túmulos dos pais, que já faleceram há mais de 25 anos. “Vir até o cemitério, principalmente em um dia como hoje significa homenagear as pessoas queridas que já se foram. Não devemos homenagear só em vida mas sim após a morte, acredito que eles sabem que estamos aqui, principalmente quando temos pais, irmãos, eles sentem”, comenta dona Tereza. A empresária Laura Moraes é de Curitiba, no Paraná, mas teve que vir até Itajaí devido ao seu trabalho. Segundo ela, não poderia deixar de comparecer ao cemitério para rezar pelos seus entes queridos. “Não preciso necessariamente estar lá, onde eles estão enterrados. A força da minha fé e das minhas orações com certeza chegará até eles”, conta emocionada.
Origem
As homenagens aos mortos na Igreja Católica começaram no ano a partir do ano 998 d.c no Mosteiro beneditino de Cluny na França, onde o abade Odilon, ou Odílio, determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Após quatro séculos, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o Dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica. No Brasil, este costume foi trazido pelos portugueses, onde as igrejas e os cemitérios são visitados e têm missas encomendadas, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
FAMÍLIA As irmãs se encontraram no túmulo de seus pais para homenageá-los e presenteá-los com velas e flores
Data é marcada pela saudade
A quarta-feira foi marcada por homenagens e orações de familiares e amigos às pessoas que já se foram
Itajaí – Todo ano no dia 2 de novembro, em grande parte do mundo, é o dia dos mortos, o dia em que milhares de pessoas vão aos cemitérios ou outros locais onde se lembram dos seus entes queridos que se foram. Os cemitérios de Itajaí permaneceram lotados durante todo o dia, quando familiares e amigos reservaram algumas horas para ficar ao lado de quem já se foi, através das lembranças. Muitas flores e velas enfeitaram os túmulos. Na maioria dos cemitérios, tanto os públicos, quanto os particulares houve celebração de cultos e missas durante todo o dia. A movimentação deste ano começou ainda na segunda-feira, e a Coordenadoria de Trânsito (Codetran) de Itajaí montou a Operação Finados e aumentou a fiscalização do trânsito na região. Ontem, para controlar a grande movimentação, foram mobilizados 25 agentes durante o dia em todos os cemitérios.
Homenagens
Para a dona de casa, Otília Lima, a celebração do Dia de Finados é importante, pois aproxima e transforma as pessoas. “Quando chega perto desta data, e até mesmo hoje, as pessoas ficam mais sensibilizadas, mais humanas, e quem não pratica nenhuma religião vem e conversa, e reza, e agradece”, comenta. As irmãs Tereza, Erondina e Sebastiana do Nascimento foram visitar os túmulos dos pais, que já faleceram há mais de 25 anos. “Vir até o cemitério, principalmente em um dia como hoje significa homenagear as pessoas queridas que já se foram. Não devemos homenagear só em vida mas sim após a morte, acredito que eles sabem que estamos aqui, principalmente quando temos pais, irmãos, eles sentem”, comenta dona Tereza. A empresária Laura Moraes é de Curitiba, no Paraná, mas teve que vir até Itajaí devido ao seu trabalho. Segundo ela, não poderia deixar de comparecer ao cemitério para rezar pelos seus entes queridos. “Não preciso necessariamente estar lá, onde eles estão enterrados. A força da minha fé e das minhas orações com certeza chegará até eles”, conta emocionada.
Origem
As homenagens aos mortos na Igreja Católica começaram no ano a partir do ano 998 d.c no Mosteiro beneditino de Cluny na França, onde o abade Odilon, ou Odílio, determinou que os monges rezassem por todos os mortos, conhecidos e desconhecidos, religiosos ou leigos, de todos os lugares e de todos os tempos. Após quatro séculos, o Papa, em Roma, na Itália, adotou o dia 2 de novembro como o Dia de Finados, ou dia dos mortos, para a Igreja Católica. No Brasil, este costume foi trazido pelos portugueses, onde as igrejas e os cemitérios são visitados e têm missas encomendadas, os túmulos são decorados com flores, e milhares de velas são acesas.
FOTO: FABIELI KEHL/DDC
FAMÍLIA As irmãs se encontraram no túmulo de seus pais para homenageá-los e presenteá-los com velas e flores
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